A Ferrari – AF Corse chega ao Algarve para a segunda ronda do Campeonato do Mundo de Resistência (WEC) da FIA após uma estreia positiva em Sebring, onde o Ferrari 499P #50 de Antonio Fuoco, Miguel Molina e Nicklas Nielsen ficou em terceiro, enquanto os companheiros de equipa Alessandro Pier Guidi, James Calado e Antonio Giovinazzi ficaram em sétimo lugar no carro #51.
Para Pier Guidi a Toyota, que venceu a prova inaugural do calendário do WEC, continua a ser a favorita à vitória nas 6 Horas de Portimão.
“Eu gosto muito de Portimão”, disse o piloto da Ferrari-AF Corse. “A pista é de velocidade média, atrativa e divertida para conduzir no Hypercar. Há muitos ‘pontos cegos’, com travagem combinada, uma característica que torna esta pista um desafio para pilotos e carros. Depois de Sebring, o objetivo da equipa será terminar novamente no pódio. Talvez desta vez, nós, no 499P número 51, o consigamos. Os nossos adversários? Neste momento, penso que a Toyota é a favorita. Temos de trabalhar para encurtar a diferença e dar mais um passo em frente na corrida portuguesa”.
O antigo piloto de Fórmula 1 e Fórmula E, Antonio Giovinazzi quer manter a pressão sobre a Toyota em Portimão. “Os pontos mais complicados de Portimão? A curva 1, que é realmente rápida, e a penúltima curva, que é muito longa e ‘escorregadia’ e requer extrema precisão de condução antes de entrar na reta da meta. Após um excelente arranque da Ferrari em Sebring, em Portugal os objetivos são continuar a melhorar sem repetir os erros da estreia e tentar colocar a máxima pressão sobre a Toyota, que, como vimos na América, é atualmente a favorita”.
Já Antonello Coletta, responsável da Attività Sportive GT da Ferrari, insistiu que vão “continuar no caminho de evolução do carro e da sua gestão. Queremos prosseguir este caminho com paciência e humildade, sabendo que estamos apenas no início de um longo e complexo capítulo desportivo. Obviamente, vamos para Portugal para alcançar o melhor resultado possível numa pista altamente exigente e desafiante para o carro, particularmente no que respeita à fiabilidade, variável que teremos de ter em conta”, disse.












