A notícia chegou inicialmente como tantas outras, quem segue os ralis está habituado a isto, mas de repente as informações depressa começaram a ser preocupantes. Armindo Araújo e Luís Ramalho tinham saído de estrada e o acidente era ‘complicado’.
Comecei a ouvir detalhes, mas só queria saber de uma coisa: quando a soube, felizmente, do mal, o menos, e tudo o que ouvi a seguir interessava pouco.
Que não se tivessem aleijado muito era a única coisa que me importava.
Todos os que andamos ‘nisto’ há muito tempo é do que mais medo temos. Com o tempo, as pessoas tornam-se amigas, e se nos preocupamos quando há acidentes no WRC, imagine-se quando sucede no ‘nosso’ CPR.
O susto passou, agora a única coisa que importa, é quando os temos de novo por perto, nem sequer interessa se regressam cedo ou mais tarde, o que importa é que podem seguir com a sua vida. Imagino o que sofreram a família e amigos mais próximos, aqueles primeiros momentos são terríveis, mas felizmente tudo está bem quando acaba bem.
Exceção feita a este acidente, o Rali Serras de Fafe foi um bom evento, no CPR já se sabia que dificilmente alguém daria luta a Craig Breen, e as diferenças que se viram dão que pensar. As próximas provas vão dar uma visão mais conclusiva da questão, mas não deve variar muito do que se viu em Fafe.
Todas as pessoas que estão de alguma modo ligadas a esta comunidade dos automóveis tem uma opinião sobre a questão, e a melhor forma de o resumir é: o copo está meio cheio ou meio vazio?









