Avançamos para o segundo Grande Prémio do ano, no circuito citadino de Jidá, com exigências muito diferentes do que vimos no Bahrein.
Para o Grande Prémio da Arábia Saudita, o C2 é o composto duro escolhido, C3 é o médio, e C4 é o macio. Jidá é o circuito de rua mais rápido do ano. A pista foi concebida há três anos e tem sido continuamente melhorada desde então. Este ano, há escapatórias com guias sonoras, enquanto alguns dos corretores foram suavizados. Algumas das paredes foram reposicionadas, tais como as das curvas 8 e 10 (para melhorar a visibilidade à entrada) e a curva 23 (para abrandar a curva).
A afinação do carro será muito diferente da do Bahrein. Para Jidá, é importante ter boa estabilidade ao longo das curvas rápidas que caracterizam a pista. O circuito oferece um nível médio de aderência, mas a areia que se pode acumular na superfície pode influenciar no asfalto de baixa abrasão. A pista, que tem vista sobre o Mar Vermelho, não é especialmente exigente em termos de tração e travagem, com forças laterais que afetam predominantemente os pneus.
Como foi o caso no Bahrein, esta será outra corrida noturna – mas a partida terá lugar duas horas mais tarde, às 20:00. Esta é a mesma hora em que a qualificação e FP2 também é realizada. Espera-se que as temperaturas se mantenham largamente consistentes ao longo de cada uma destas sessões, bem como da corrida. As outras sessões de treino livres estão programadas para o final da tarde, em temperaturas do asfalto que podem facilmente ser 10 graus mais quentes.
Mario Isola – Diretor de Desportos Motorizados
“É vital encontrar a afinação certa numa pista que é muito diferente do Bahrain. O Grande Prémio da Arábia Saudita tem sido bastante imprevisível devido aos frequentes Safety Cars e neutralizações, típico de circuito de rua. A primeira corrida no Bahrein teve como foco a tracção e travagem, mas em Jidá o foco estará nas forças laterais, com características completamente diferentes das de Sakhir”.










