A Aston Martin nem arrancou bem nos testes de pré-temporada realizados no circuito de Sakhir, palco do primeiro Grande Prémio do ano, com o AMR23 a ficar parado em pista, mas no final dos três dias de preparação os adversários foram unânimes em afirmar que foi a equipa se mostrou muito competitiva e pode vir a competir com a Mercedes nas primeiras provas do ano.
No entanto, o chefe de equipa da Aston Martin, Mike Krack, prefere manter alguma cautela para a época que se avizinha.
“É muito difícil em tal teste fazer uma análise adequada”, disse Krack. “No ano passado terminamos os três dias em quarto, quarto e décimo, muito semelhantes ao que vimos agora, e no fim de semana da corrida estivemos fora da Q1. Só para vos dizer o quanto um teste como este vos pode dar uma indicação de onde se encontram”.Krack também explicou que as condições da pista no momento da corrida serão diferentes. “A simulação da corrida não foi certamente má, mas também não devemos esquecer que as condições da pista eram boas. Tinha muita borracha, porque [havia] outras equipas com pneus novos, muitas vezes também com borracha macia, isso ajuda quando se faz uma simulação de corrida. É bom ter bons tempos, mas é preciso colocar no contexto certo e não vamos começar a sonhar. Penso que Fernando [Alonso] o disse há pouco, não há milagres na F1”.
Mesmo mantendo os “pés no chão”, a Aston Martin quer cumprir com o seu objetivo para a época, que passa por aumentar a performance do AMR23 comparativamente ao seu antecessor, além de tentar subir na classificação e encurtar a diferença para as equipas do topo.












