A grande novidade dos regulamentos do CPTT é a criação de uma nova categoria, a T9, onde correm TT ‘derivados’ dos grupos T1 e T2 com 10 ou mais anos no Passaporte Técnico. São carros sem chassis tubulares ou parcialmente tubulares (ancoragem da suspensão e triângulos da suspensão) sendo apenas permitido chassis com longarinas e roll-bar. Neste Grupo T9 é proibida a utilização de caixas de velocidade com carretos direitos e caixas de velocidades de tipo sequencial, sendo apenas permitida a utilização de caixa manual com comandos em H.
Para as viaturas T9 que utilizem motores Diesel turbo comprimidos é obrigatório o uso de turbocompressor simples utilizando um restrictor com o diâmetro interior máximo de 39 mm.
Já no Regulamento Desportivo, para todas as categorias, deixa de ser necessária a inscrição prévia no campeonato como sucedia até aqui mas em contrapartida só serão atribuídas pontuações a concorrentes que participem em pelo menos uma prova até à 4ª prova, inclusive. Um concorrente que comece a participar no Campeonato a partir da 4ª+1 prova não irá pontuar no Campeonato.
Nas classificações do campeonato, é necessário um número mínimo de participantes de 3 participantes por grupo.
Nas Prescrições específicas do TT, quanto ao Prólogo, a partidas serão dadas de minuto a minuto. Onde seja evidente a falta de visibilidade por causa do pó, o intervalo pode ser alargado para 2 minutos ou mais, ao critério do Diretor de Prova, por questões de segurança.
No Caderno de Itinerário (RoadBook), há alterações sensíveis no artigo 11.4.4, Definição dos perigos no caderno de itinerário, um item muito importante que clarifica bem melhor o que são e como são os perigos. Por exemplo, os perigos de nível 3 devem ser sempre indicados por um ponto de referência WPS, três pontos de exclamação indicando perigo devem ser sempre indicados por uma moldura vermelha. Podem parecer detalhes, mas são de extrema importância…se forem necessários.











