O mundo é feito de oportunidades e quando se faz parte de um lote de ‘concorrentes’ em que, quem escolhe pesa os prós e os contras, há sempre alguém que fica de pé neste autêntico jogo das cadeiras: foi o que sucedeu com Andreas Mikkelsen, que esteve em contactos avançados com a Hyundai para guiar o seu Rally1, mas os homens de Alzenau optaram por Esapekka Lappi, com Craig Breen e Dani Sordo a dividir o terceiro carro, o que deixou o piloto norueguês apeado, pois a sua equipa, a Toksport sabia que este estava em contactos com a Hyundai e assegurou os seus pilotos para o WRC2 2023.
As saídas de Ott Tanak e Oliver Solberg da Hyundai Motorsport deram esperança a Andreas Mikkelsen. Em declarações ao Dirtfish, Mikkelsen diz que não tem apoios para fazer todo o campeonato e que por isso vai selecionar provas onde esteja toda a gente no WRC, de modo a provar que os pode bater a todos, pretendendo mostrar isso na estrada: “Quero lá ir e tenho de vencer toda a gente”, e aponta Portugal e Finlândia, como provas em que “a competição é realmente alta no WRC2″, assegurando que “tenho de mostrar que sou o mais rápido e que sou o piloto certo para voltar a um lugar no Rally1 no próximo ano”.
Quanto às razões pelas quais ficou sem volante: “A Hyundai deixou de atender o telefone e quando responderam, a Toksport já tinha outros planos e não havia espaço para mim”.











