A estreia da Esapekka Lappi Hyundai no Rallye Monte-Carlo não correu como ele e a equipa esperavam, mas o finlandês continua positivo em relação à experiência. Depois da troca da Toyota pela Hyundai, Lappi foi apenas oitavo da geral.
Apesar da sua falta de ritmo, Lappi continua concentrado no que precisa de fazer e assume que o evento foi uma importante oportunidade para ele e para Janne Ferm ganharem experiência valiosa no seu novo carro: “Com certeza, foi uma quilometragem importante para nós no final. No asfalto é preciso ser inteligente, fazer com que o carro funcione realmente para que os tempos sejam cada vez melhores. Não funciona forçamos o carro, acaba por sobreaquecer os pneus e a probabilidade de um erro aumenta muito, por isso é preciso ter bom feeling no carro para guiar mais depressa.
Penso que fomos inteligentes nisso, vimos que não estávamos no ritmo, mas conseguimos desenvolver-nos lentamente, e penso que conseguimos dar alguns passos.
Estamos agora muito melhor preparados para a Croácia, o próximo evento de asfalto.
Há apenas pequenos detalhes que precisamos de trabalhar para sermos tão rápidos quanto queremos ser”.
Falando sobre esses detalhes, Lappi destacou algumas das áreas em que quer trabalhar: “Eu diria que o eixo dianteiro e traseiro. O carro não se sente nada mal, só que não consigo ser tão rápido como gostaria. Trata-se de detalhes realmente pequenos que precisamos de mudar e tentar encontrar as pequenas coisas, e isto é o mais difícil de conseguir.
O nível é tão alto que é preciso ter um rali perfeito para poder igualar os melhores”.












