O mundo começa agora a conhecer melhor os novos Gen 3 da Fórmula E, mas os primeiros sinais são mistos. Apesar de manterem a identidade que caracteriza a competição elétrica, apresentam ainda algumas lacunas que podem estragar o espetáculo.
A Fórmula E é conhecida pelas lutas intensas em pista, que por vezes levam a toques. Os Gen2 eram robustos e os pilotos por vezes abusavam nas tentativas de ultrapassagens, o que obrigou os organizadores do campeonato a optarem por asas um pouco mais frágeis para dissuadir os pilotos dos exageros. Mas a Gen 3 terá sido feita demasiado frágil. Alguns incidentes nos testes em Valência motivaram o fim do dia para certos pilotos e na cidade do México, René Rast foi vítima dessa fragilidade, depois de um toque com Oliver Rowland, como o britânico explicou ao Motorsport.com:
“Eu estava lá dentro e, no meio da curva, apenas demos um toque nas rodas”, disse Rowland à Motorsport.com. “Acho que é bastante infeliz ele ficar de fora por causa disso. Deve ter batido como um ângulo realmente mau, mas mal fizemos contacto – não foi como se tivéssemos batido com força. Só acho que estes carros são bastante fracos estruturalmente. E, no ano passado, não teria sido nada. É preciso arriscar mais para passar com este carro. Arriscamos mais, os danos são mais fáceis – neste tipo de pistas, vai haver um pouco de desgaste.”












