A contratação de Andreas Seidl, que saiu recentemente da McLaren onde desempenhava funções de chefe de equipa, para assumir o cargo de CEO da Sauber, que a partir de 2026 passará a representar a Audi, foi uma decisão apenas da estrutura suíça.
A garantia foi dada por Allan McNish, coordenador da Audi Motorsport, apesar de, ainda em dezembro passado, a publicação alemã Auto Motor und Sport avançar que Seidl vai regressar a liderar uma equipa de Fórmula 1 quando os alemães entrarem oficialmente na competição, em 2026. Seidl não vai assumir, para já, o papel de diretor da equipa, com uma função mais abrangente como CEO.
“Fred Vasseur mudou-se da Alfa Romeo para Ferrari, e Andreas entrou para o substituir, mas é a Sauber e Alfa Romeo que estão a lidar com isso”, disse McNish no Autosport International. “Não tem nada a ver com a Audi”.
O responsável da Audi explicou que o foco dos germânicos é “trabalhar na unidade motriz. Portanto, construir a empresa de desenvolvimento de unidades motrizes, construir todas as instalações necessárias, preparar a tecnologia necessária com um grande aumento da eletrificação, e também com os ‘eFuels’, que vai ter uma dinâmica chave da mesma”.
A Sauber, por sua vez, ainda procura um substituto para Frédéric Vasseur.










