A Audi está de regresso ao Dakar pelo segundo ano consecutivo, agora com o seu novo Audi RS Q e-tron E2. Mattias Ekström/Emil Bergkvist, Stéphane Peterhansel/Edouard Boulanger, Carlos Sainz/Lucas Cruz são as fortes três duplas da equipa.
O ano passado, revolucionaram o Dakar ao apresentar um carro para uma nova categoria T1-U, que com três geradores (motores) elétricos (MGU), dois para os eixos frontal e traseiro, e um terceiro para recarregar as baterias, em prova, algo que será naturalmente complementado com a recuperação de energia oriunda das travagens, como em qualquer híbrido de estrada e o novo Audi RS Q e-tron E2 está pronto para a luta.
Segundo Mattias Ekström, o melhor piloto da Audi no ano passado: “Os detalhes no cockpit, os planos de montagem, as instruções, o treino de mudanças de pneus, a procura da otimização: fizemos realmente o nosso trabalho a fundo. Decisões detalhadas sobre a escolha das molas, por exemplo, em função do percurso, quer seja mais pedregoso ou areia”.
Já Stéphane Peterhansel, recordista no Rally Dakar com 14 vitórias, estará a competir na clássica do deserto pela 35ª vez: “Ganhamos confiança ao longo do ano, a durabilidade do carro é muito boa.
Há visivelmente menos stress em toda a equipa. Três parâmetros fazem a diferença: a tecnologia, o nosso desempenho, pilotos e navegadores. Espero concorrência muito forte da Toyota e da BRX”.
Para Carlos Sainz, o foco está no notável desenvolvimento da equipa num ano: “Não se pode comparar a situação atual com a de há um ano. A experiência com o novo carro ajuda muito, pelo que os nossos objetivos também mudaram. Em 2022 fomos cautelosos, e agora esperamos poder lutar no topo. O maior desafio continua a ser o próprio Dakar. Todos os dias há surpresas”.










