O desafio de Yuki Tsunoda para a sua segunda temporada na F1 era amadurecer e mostrar que poderia evoluir mentalmente. Se a sua velocidade nunca esteve em causa, a sua capacidade de lidar com as exigências da F1 sempre pareceu longe da ideal em 2021. Em 2022 vimos alguma evolução… mas pouca. Tsunoda continua intempestivo no rádio, não consegue a regularidade que se exige de um piloto que pretende dar o salto para uma equipa maior. O talento puro não chega. Este ano tem a atenuante da sua equipa ter feito um mau trabalho e por isso não mostrou os laivos de brilhantismo que evidenciou no ano passado. Mas esperava-se uma evolução mais vincada do jovem japonês. Não aconteceu e para o ano que vem terá de enfrentar Nyck de Vries, que poderá assumir o papel de líder da equipa, caso Tsunoda não faça melhor. O japonês tem uma oportunidade de ouro, mais uma época para provar o seu talento. Mas ao contrário do ano passado, não estamos tão convencidos de que poderá dar o salto exigido.
Nota: 4












