São cada vez mais as fontes que asseguram ser o pião de Sergio Pérez à entrada do túnel do Mónaco na qualificação para esse Grande Prémio o motivo que levou ao que se assistiu ontem: a recusa de Max Verstappen em obedecer a uma ordem de Red Bull em devolver o sexto lugar no Grande Prémio do Brasil de Fórmula 1 ao companheiro de equipa Sergio Perez, que sem isso vai para a derradeira prova do campeonato empatado em pontos com Charles Leclerc.
Depois da corrida, Max Verstappen deixou claro que a sua atitude era uma vingança devido a um incidente ocorrido lá mais para trás na época, que o neerlandês não especificou.
A Sky F1 alega que se deve ao que sucedeu na qualificação do Mónaco, mas Christian Horner diz que o assunto está sanado e que Verstappen vai ajudar Pérez em Abu Dhabi.
Até pode suceder, mas esta é uma ferida que Verstappen abriu e quem tem muito mais a perder com isso é ele próprio. Como ontem se percebeu na corrida, quando tentou devolver a ultrapassagem a Lewis Hamilton, se o ano passado o inglês fugiu a quase todos os “encontros imediatos do 3º grau”, ontem no ‘S’ de Senna, fez a trajetória normal, sabendo que Verstappen lá ia meter o carro, e o toque foi inevitável. Quanto a Pérez, nesta fase da sua carreira, não acreditamos que ainda aceite engolir sapos, por isso, é melhor que Verstappen não conte tanto com a sua ajuda daqui para a frente.
Certamente, a equipa Red Bull e Christian Horner, tudo vão fazer para apaziguar os ânimos. Para já, “os pilotos discutiram-no, apertaram as mãos”, mas desconfiamos seriamente que a ‘coisa’ não fica por aqui…












