Duas paragens durante a corrida, sem contar que as condições meteorológicas possam alterar os planos das equipas, e iniciar a corrida de 71 voltas do Grande Prémio do Brasil com pneus macios deve ser a estratégia mais utilizada para os 20 pilotos da grelha de partida.

Arrancar com pneus macios, depois do que vimos ontem na Sprint, deverá ser aposta da maioria das equipas, trocando entre as voltas 18 e 25 esse composto pelos médios. O segundo stint vai depender muito de equipa para equipa e como gerem este composto, muito importante para o desfecho da prova brasileira. Conforme o desgaste, as equipas podem optar por terminar com o mesmo composto ou com macios, tentando um último turno rápido, visto que não têm tanta carga de combustível nos seus monolugares. Caso troquem de médios para um novo jogo de médios, isso deve ocorrer entre as voltas 41 e 49, caso troquem para macios terão que parar um pouco mais tarde (voltas 45 e 52). Apenas Max Verstappen, Daniel Ricciardo, Nicholas Latifi e Yuki Tsunoda têm dois jogos de pneus novos, enquanto Sebastian Vettel e Lance Stroll não têm qualquer jogo novo de pneus médios.

No entanto, o clima em Interlagos pode influenciar as decisões das equipas. Há 20% de probabilidade de chuva durante a corrida, além de se esperarem temperaturas quentes, próximas dos 30ºC, o que pode levar a uma maior degradação dos pneus macios no primeiro stint principalmente, por causa do peso do combustível.
A diferença entre fazer uma paragem em condições de corrida de bandeira verde e com Safety Car/Virtual Safety Car são de aproximadamente 10 segundos.










