F1: Aston Martin ‘fraquejou’ na luta com a Alfa Romeo pelo 6º lugar dos construtores

Por a 3 Novembro 2022 10:51

A sequência de corridas da Aston Martin no top-10 terminou no Grande Prémio da Cidade do México com Sebastian Vettel e Lance Stroll a cruzarem a meta na 14ª e 15ª posições, respetivamente, deixando ambos os pilotos a refletir sobre um fim-de-semana duro no México. Ambos tinham feito boas partidas para a corrida, com Vettel a subir dois lugares para o 14º lugar no final da volta 1, posição que manteve até à primeira ronda de paragens nas boxes. O tetracampeão do mundo, depois de ter feito 38 voltas com pneus macios, montou médios e começou a fazer o seu caminho, mas teve dificuldades no final da corrida, com os pilotos que tinham pneus macios a ultrapassá-lo, deixando-o no 14º lugar. Após a corrida, Vettel revelou porque se sentia um “alvo fácil”: “No geral, fomos um pouco lentos demais. No início da corrida, consegui ‘agarrar-me’ aos carros à minha frente, mas depois tive um pouco de azar em ficar ‘emaranhado’ com Yuki [Tsunoda]. O seu carro estava danificado, e ele voltou à pista mesmo à minha frente [e] com isso perdi demasiado tempo e passei a ser um alvo fácil para os outros.

“Não tinha bom feeling do carro, mas felizmente, não perdemos muito terreno na luta pelo sexto lugar no campeonato dos construtores”.

Jé o seu companheiro de equipa, Lance Stroll foi o que mais lugares ganhou na volta 1 – subindo da 20ª para a 15ª – antes de se envolver numa batalha com Pierre Gasly, que viu o piloto Alpha Tauri ser penalizado em cinco segundos por ter forçado Stroll a sair da pista.

No entanto, o canadiano não acreditava que o incidente tivesse tido impacto na sua corrida.

“A partida foi ótima; foi definitivamente o ponto alto da corrida, depois o Pierre [Gasly], travou tarde, passou por mim, mas não me deu espaço. No entanto, não teria realmente mudado muito o nosso dia se isso não tivesse acontecido.

Houve momentos divertidos na corrida, passando alguns carros, mas a verdade é que lutámos muito com o nosso ritmo e com os pneus. Vamos tentar compreender esta forte queda de desempenho e ver como podemos progredir para maximizar as duas corridas finais da temporada”.

A Aston Martin vai agora para o Brasil quatro pontos atrás da Alfa Romeo na batalha pela sexta posição na classificação dos construtores.

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Um comentário

  1. NOTEAM1 NOTEAM1

    3 Novembro, 2022 at 16:51

    A Aston Martin é um caso curioso.
    É um daqueles exemplos em que se duplica ou triplica o investimento, mas consegue ter resultados piores do que no passado.
    Acredito que o Alonso consiga trazer alguma consistência de resultados, coisa que falta ao Vettel e ao Stroll, mas os problemas da equipa estendem-se para além do que se passa na pista.
    Baseando-me no investimento que está por trás deste projecto, não posso acreditar que se arrastem por muito mais tempo na segunda metade do pelotão.

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