Depois do espetacular GP dos EUA, a F1 vai até a Cidade do México para a antepenúltima ronda do campeonato de F1 de 2022. O Autódromo Hermanos Rodriguez apresenta desafios completamente diferentes do que as equipas enfrentaram em Austin.
Como foi o caso no fim-de-semana passado, a escolha de pneus para o México recaiu nos C2, C3 e C4, no meio da gama da Pirelli. O México é o evento que decorre a 2200 metros acima do nível do mar. O ar fino afeta tanto os motores como a aerodinâmica, gerando menos downforce a velocidades mais baixas, especialmente. Com a nova aerodinâmica deste ano, vai ser interessante ver o impacto no downforce em comparação com o ano passado.
Há muita variação de temperatura durante o dia no México, mesmo no espaço de algumas horas, o que afeta a degradação térmica: um parâmetro importante que as equipas terão de monitorizar.
O Autódromo Hermanos Rodríguez é o ‘plano de contingência’ para substituir o teste de pneus cancelado do Grande Prémio do Japão (devido à chuva). A sessão de FP2 no México decorrerá durante 90 minutos para avaliar os compostos mais macios para o próximo ano, enquanto em Austin os protótipos mais duros foram usados. Como foi o caso na sexta-feira passada, toda a sessão será dedicada ao teste, com a Pirelli a definir o plano. Se uma equipa utilizar um jovem piloto para o TL11, é-lhe permitido executar o seu próprio programa para a primeira parte do TL2 antes de se concentrar no teste do pneu para o resto da sessão. Os protótipos de pneus não têm marcas coloridas nos flancos.











