Mais um ano, novamente a mesma ‘festa’. Desta feita é a vez de Carlos Sainz lamentar as novas regras técnicas do Dakar, no que aos T1U diz respeito, que segundo o espanhol, penalizam a Audi, cujo carro terá de passar de um peso mínimo de 2.000 Kg para 2.100 Kg, e ainda assim, perder alguma potência. O Audi Q e-tron E2 é novo, mas vai ser mais pesado.
Nos T1+, onde estão a Toyota e a BRX, mantém-se tudo igual.
Ironicamente, um dos predicados do novo Audi Q e-tron E2 foi a baixa de peso comparativamente ao modelo do Dakar deste ano, 2022, mas segundo Carlos Sainz esse trabalho foi por água abaixo e a única hipótese que agora há é usar lastro em zonas estratégicas, ou eventualmente reforçar peças, com a desvantagem a acentuar-se face aos carros com motor a combustão durante as etapas das provas, pois o Audi leva muito menos combustível a bordo, enquanto os T1+ ficam mais leves a cada quilómetro que passa.
O espanhol mostra-se indignado pelo facto de serem as marcas que apostam em tecnologias e soluções inovadoras para o futuro a ser penalizadas.
Não é fácil para a FIA equalizar ao máximo tecnologias tão distintas, porque o que menos queremos é uma equipa que se destaque fortemente das outras, pois isso estraga de imediato o interesse desportivo da prova.












