A AlphaTauri identificou o piloto da IndyCar Colton Herta como o único substituto para Pierre Gasly, que seria autorizado a sair da equipa e juntar-se aos adversários da Alpine para a próxima época de Fórmula 1. No entanto, há um grande obstáculo no caminho: Herta tem menos oito pontos dos 40 necessários para a superlicença da FIA, necessária para competir na classe rainha do automobilismo. Mesmo que o piloto participasse nas seis sessões restantes de treinos livres 1 deste ano, ainda ficaria aquém dos 40 pontos. É preciso que a FIA abra uma exceção e isso é um tema fraturante no paddock.
Para o responsável da AlphaTauri, Franz Tost, ou é Herta ou nada muda na equipa em 2023. O chefe da equipa foi claro, caso Colton Herta não obtenha uma superlicença , a Red Bull não liberará Pierre Gasly para a Alpine.
A AlphaTauri utilizou a pandemia como motivo para uma decisão de força maior por parte da FIA, mas como a IndyCar se realizou e Herta não foi impedido de competir, algumas equipas levantam dúvidas sobre este processo, como acontece com a Ferrari.
Mattia Binotto da Ferrari argumentou que o motivo de “força maior não pode ser usado para o caso de Herta. Isso seria uma abordagem completamente errada. Existem regulamentos a fim de proteger o nosso desporto e garantir que estamos a fazer os processos e escolhas certos”.
De qualquer forma, Franz Tost espera “que a FIA tome a decisão o mais rápido possível” para que os planos para 2023 possam ser finalizados, algo que também a Alpine agradecerá, com certeza.












Quando até o papá Herta acha que não se deve abrir uma excepção para o filho…
… chantagem de baixo nível … mas nada surpreendente dos Srs RB/Helmut