Ao contrário do que acontecia na semana passada, em Spa-Francorchamps, onde os pilotos não tinham necessariamente de chegar à primeira curva na frente, podendo guardar o ataque para a curva 5, em Les Combes, aproveitando o cone de aspiração na reta Kemmel, nesta corrida em Zandvoort é crucial estar à frente na curva 1, para poder sair destacado na curva 3.
Isto porque a ultrapassagem é mais difícil no circuito neerlandês, muito devido à falta de longas retas, e há poucas hipóteses de ultrapassar sem a ajuda da DRS.
Assim, o ponto chave na primeira volta será o momento em que as luzes se apagam e se dá o sprint inicial até à curva 1, onde o piloto que atacar pelo interior tem uma ligeira vantagem, mas está mais ameaçado do que o habitual devido ao ‘banking’.
Dois carros podem atravessar essa primeira curva lado a lado e, enquanto poderá ficar cada vez mais apertado na segunda curva, é na Curva 3 que se irá realmente definir e ordenar as posições, uma vez que o ‘banking’ deve proporcionar diferentes acelerações de saída a todos os pilotos.










