Depois do que se esperava em Paul Ricard após Silverstone e Spielberg, e se viu, não é fácil antever o que pode fazer a Mercedes na Hungria, se vai ser competitiva em qualquer fase de um fim-de-semana de corrida, ou só como se viu em França o fará na corrida. Neste momento, até o Toto Wolff admite que eles próprios estão com dúvidas nessa questão, porque andaram um bocado “à nora” em França.
Os comentários de Wolff vieram depois de uma sessão de qualificação dececionante em França, em termos da diferença para as duas primeiras equipas, Red Bull e Ferrari, com Lando Norris a ficar entre Lewis Hamilton e George Russell na grelha, mas depois veio um desempenho de corrida muito mais encorajador.
E a Mercedes acredita que está agora na posse de um carro com o qual os seus pilotos se podem divertir e forçar o andamento até aos seus limites, permitindo-lhes ser mais fortes nas corridas, na maioria das pistas, e para Budapeste levaram mais alguns melhoramentos para tentar reduzir o défice para Red Bull e Ferrari. Enquanto se esperava que Paul Ricard se adequasse ao W13, a Mercedes está agora menos confiante em como irá correr bem na Hungria, mas do mesmo modo que se surpreenderam no Paul Ricard, talvez desta vez exista nova surpresa, mas ao contrário, ou seja, positiva. Se o ‘fosso’ continuar a fechar-se em pistas como o Hungaroring, então as fraquezas da Mercedes estão definitivamente a ser resolvidas e podemos começar a esperar a qualquer momento um triunfo da equipa.












