George Russell não tem poupado nos elogios ao seu colega de equipa, Lewis Hamilton. O jovem britânico tem superado todas as expectativas e tem sido o melhor da equipa desde o arranque da temporada. No entanto o piloto não embandeira em arco e mantém os pés no chão, como se pode atestar pelo seu discurso no podcast da F1, Beyond the Grid:
“Penso que tem sido claro nos últimos anos [que] não é fácil mudar de equipa e ir para um sítio novo quando já há um piloto estabelecido do outro lado da garagem. No final das contas, este é o território do Lewis. Ele está aqui há 10 anos, ganhou muitos campeonatos com a equipa, e eles tiveram muito sucesso juntos, por isso nunca pensei que fosse fácil”.
“Há alguns traços que ele traz consigo que são realmente intrigantes para mim. Não os vou partilhar agora, porque sou o único piloto desta grelha que tem o luxo de ser colega de equipa com o maior piloto de todos os tempos”.
Quanto a absorver algumas das caraterísticas de Lewis Hamilton, Russell considera que deve seguir o seu rumo:
“Temos provavelmente os três melhores tenistas de todos os tempos, com três abordagens totalmente diferentes do seu jogo. Penso que para ser o melhor, ou pelo menos para ser a melhor versão de si mesmo, não se deve copiar o que o melhor fez. É o melhor porque tem o melhor de si mesmo e o que quer que faça funciona para ele. No mundo do ténis, quem é que copiamos? O Nadal? O Federer? O Djokovic? Obviamente no mundo dos desportos motorizados, por agora só há Lewis, mas essa analogia fez-me pensar, ‘Só precisas de fazer o que é certo para ti’, como aqueles três grandes do ténis fizeram”.











