No arranque, a grande maioria dos pilotos escolheu os pneus médios para a largada, exceto Zhou Guanyu, Yuki Tsunoda, Sebastian Vettel e Fernando Alonso. Ninguém arrancou com pneus macios, como era esperado.
Max Verstappen tinha a companhia de Charles Leclerc na primeira linha da grelha, com Carlos Sainz e George Russell na segunda linha da grelha. Não havia ameaça de chuva e as nuvens não pareciam ameaçadoras.
Verstappen largou bem e aguentou a primeira posição, mas a luta mais acesa foi entre Russell e Sainz com vantagem para o espanhol. Quem aproveitou foi Sergio Pérez que tentou passar Russell e na curva 4 o toque entre os dois foi inevitável, atirando Pérez para a caixa de gravilha. O mexicano conseguiu continuar mas a corrida já estava arruinada. Pérez entrou nas boxes para colocar os pneus duros.
A luta entre Lewis Hamilton e Mick Schumacher voltava a interessar, tal como na corrida sprint e por altura em que o DRS foi ativado, Verstappen continuava na frente, pressionado por Leclerc e na volta 8 o piloto da Scuderia começava a atacar de forma mais convicta o líder da corrida. Verstappen estava com dificuldades em gerir os pneus e Leclerc estava cada vez mais perto, numa altura em que Russell foi penalizado com cinco segundos pelo toque em Pérez, que cumpriu pouco depois.
Na volta 12, Leclerc atacou novamente o Red Bull #1 e passou para a liderança da corrida e na volta seguinte, Verstappen entrou para mudar de pneus, calçando os pneus duros.
Estávamos apenas na volta 15 e tínhamos muitos pilotos com o segundo aviso de limites de pista o que podia ser uma dor de cabeça para o resto da prova.
Na volta 20, Leclerc lidera, seguido de Sainz e Verstappen, que passou por Hamilton sem dificuldade.











