A vitória confortável de Charles Leclerc no GP da Austrália parece longínqua, mas foi a apenas 4 corridas atrás. De Melbourne até ao Mónaco, Charles Leclerc arrancou sempre da primeira fila da grelha de partida (3 pole positions e um segundo lugar ao lado de Max Verstappen), não conseguindo capitalizar em vitória. É verdade que em Espanha sofreu um problema no Ferrari F1-75 que o obrigou a desistir quando estava isolado na frente do pelotão e o mesmo poderia ter-se passado no Mónaco, não fosse as condições traiçoeiras da pista e a estratégia errática da equipa.
Em Baku, onde a equipa vai analisar melhor o pacote de desenvolvimento apresentado em Barcelona, a Ferrari está sob pressão para capitalizar o máximo de pontos e recuperar para os adversários. Charles Leclerc está a nove pontos da liderança de Max Verstappen – com seis pontos de vantagem para Sergio Pérez no terceiro lugar – e no campeonato de construtores os italianos têm um défice de 36 pontos para os rivais de Milton Keynes.
A Ferrari não pode perder mais pontos com tem vindo a acontecer e tem de garantir o máximo de pontos possíveis para manter a pressão sobre a Red Bull.












Não é uma missão impossível, mas Barcelona e principalmente o Mónaco, eram pistas mais indicadas para fazer da Ferrari a equipa vencedora.
Parece-me que Baku vai nivelar as coisas lá na frente, enquanto na qualificação acredito que possamos ter um Ferrari no topo, durante a corrida será complicado manter os RB atrás devido à imensa recta da meta do traçado de Baku.
Baku tendencialmente é um traçado que leva os pilotos a cometer exageros que custam pontos, não cometer erros vai ser quase tão importante como a performance dos monolugares.
Concordo, não cometer erros e saber esperar pela oportunidade certa, é a chave neste circuito.
Vai ser curioso ver a performance da Ferrari e Red Bull principalmente na qualificação.
Estou curioso para ver a velocidade de ponta dos Mercedes na recta grande uma vez que eles em Barcelona eram os mais rápidos.