Valtteri Bottas passou de piloto da Mercedes, depois de 5 épocas em Brackley, para a Alfa Romeo, que passou os últimos anos no fundo da tabela classificativa e sem um orçamento tão grande como tinha, e tem, a estrutura liderada por Toto Wolff.
Trazendo a experiência de uma das maiores equipas do pelotão atual, Bottas insiste que a Alfa Romeo ainda tem muito trabalho para completar e tem de criar condições para poder disputar de igual para igual os lugares dentro da pista com a Mercedes, mesmo depois do resultado alcançado em Miami, onde poderia ter terminado à frente de Lewis Hamilton e George Russell.
“Os simuladores são extremamente importantes com a falta de testes e à medida que a tecnologia melhora, é possível tirar cada vez mais proveito dela”, explicou Bottas depois da corrida de Miami. “A primeira vez que experimentei o simulador Alfa Romeo/Sauber, pude sentir que havia uma grande diferença em relação ao da Mercedes porque a Mercedes começou há muito, muito tempo e a nossa equipa, só começou há alguns anos. Por isso, é claro, há que recuperar o atraso”.
Bottas começou a trabalhar com a Alfa Romeo no teste no final da época passada em Abu Dhabi e já percebeu que a equipa conseguiu dar um salto qualitativo enorme, apesar de ser ainda necessário melhorar o simulador num sentido semelhante ao do desempenho dos monolugares em pista.
“Desde a primeira vez que o experimentei versus o que é agora, já melhorou imenso e já este ano, especialmente nas últimas corridas, foi uma ferramenta realmente útil (…). Ainda há melhorias a serem feitas e obviamente que dei a minha parte com base na minha experiência e tenho a certeza que também ajudou e, por exemplo, este fim de semana foi realmente útil conhecer a pista e tentar algumas configurações ou níveis de asa diferentes para se ter uma pequena ideia, antes de vir aqui [Miami]”, concluiu o piloto.











E Bottas tem de deixar de se roçar nas paredes… insiste a Alfa…