Pierre Gasly ocupa atualmente o 13º posto do campeonato de pilotos, a quatro pontos do seu companheiro de equipa Yuki Tsunoda. Nas quatro primeiras corridas, o piloto francês pontuou em duas e tem apenas dois pontos a menos do que tinha em igual período de 2021, no entanto as diferenças do pelotão estão mais curtas este ano e o monolugar da AlphaTauri é ainda um desafio para ambos os pilotos.
Com o futuro incerto na Fórmula 1, o francês tem esperança de recuperar o lugar na Red Bull, mas pode ter que procurar outra solução no final de 2023. É um piloto com “mercado”, mas Gasly quer disputar vitórias, quer lutar com os antigos adversários das fórmulas juniores.
“Esta é a minha quinta época na Fórmula 1”, afirmou Pierre Gasly ao Racefans.net. “Estou a fazer tudo isto porque quero lutar na frente. É por isso que acordo todos os dias, porque estou a treinar todos os dias. É por isso que estou a cuidar da minha nutrição, do meu sono, da minha recuperação. Cada detalhe acontece porque quero lutar com os melhores pilotos no topo”.
Com uma nova geração de pilotos a afirmar-se na Fórmula 1, Gasly quer fazer parte do grupo de pilotos que tomarão conta do pelotão dentro em breve. “Vejo Charles [Leclerc] na Ferrari, vejo Max [Verstappen] na Red Bull, George [Russell] na Mercedes, Lando [Norris] na McLaren e tenho lutado com estes tipos durante toda a minha carreira”, salientou Gasly. “Sei que é aí que pertenço e quero ter também a minha oportunidade de estar nesta posição”.
Gasly já esteve na Red Bull, mas não conseguiu impor-se na equipa e foi relegado para a Toro Rosso, agora AlphaTauri. Para o piloto foi “a altura mais desafiante que alguma vez tive de enfrentar como piloto”, admitiu, até porque ocorreu “no momento em que perdemos Anthoine [Hubert, no acidente da Fórmula 2 em Spa-Francorchamps], o que foi realmente pesado de passar e de processar. A mudança de equipa, ao mesmo tempo. Houve muitas coisas que foram ditas que não eram verdadeiras”, salientou o piloto.











