Depois da rescisão unilateral do contrato com o patrocinador principal, motivada pela invasão militar russa na Ucrânia, a Haas não tem pressa em negociar uma nova parceria comercial, preferindo manter a cautela.
A equipa norte-americana já teve a sua quota de problemas com parceiros comerciais e por isso, como afirmou Günther Steiner, não querem cometer os mesmos erros.
“Obviamente vivemos e aprendemos”, explicou Steiner. “Um novo director de marketing começou connosco em janeiro e uma das suas tarefas é fazer toda a devida diligência e fazer com que seja o mais correto possível fazer estas coisas”.
Steiner salientou que procuram o melhor patrocinador possível, sem negociar com o primeiro interessado. “Estamos à espera do melhor pacote. É uma combinação de coisas, a melhor oferta, o melhor patrocinador e simplesmente não fazer algo hoje, precipitado, que descobrimos em seis meses, que não deveriamos ter feito. Estamos sempre à procura de patrocinadores. Há negociações, mas não queremos saltar imediatamente para o próximo”.
Günther Steiner não quis adiantar mais pormenores sobre a exigência da devolução do valor já pago pelo patrocinador anterior, a empresa russa Uralkali, por se tratar de uma questão jurídica.









