Com a F1 a crescer cada vez mais e com cada vez mais promotores interessados em receber o campeonato do mundo, o calendário começa a ficar demasiado preenchido. Obviamente que com a limitação de 24 corridas por ano, corre-se o risco de algumas corridas terem de ser retiradas, mas Sebastian Vettel considera que perder algumas pistas históricas seria horrível.
O alemão entende que as novas pistas são necessárias e algumas delas até acrescentam qualidade ao calendário. No entanto, não se devem perder as pistas que fazem parte da história da F1:
“Houve um período sem corridas na América e depois Austin apareceu, o que foi muito entusiasmante, pois estabeleceu-se como uma das grandes corridas. Talvez outro grande exemplo seja Singapura, há algo especial naquela pista e naquele lugar. É bom explorar novos locais e, obviamente, esperamos que todos os novos lugares acrescentem algo positivo. Mas não queremos perder os lugares que visitamos por tanto tempo. Seria horrível perder algumas das pistas principais na Europa, mas há apenas uma quantidade limitada de fins de semana por ano. Talvez um sistema de rotação, com umas pistas num ano e outras no ano seguinte, possa ser uma solução.”
“Obviamente, há interesses financeiros nos novos lugares que têm surgido e, afinal, a F1 é um negócio. Mas acho que para nós é um desporto, é nossa paixão. Então não vemos isso como um negócio. Os lugares significam algo por causa da história ou da tradição que têm, e eu acho que é necessário uma mistura entre explorar novos locais, mas também manter lugares que têm história, com uma grande base de fãs. Acho inimaginável perder a Itália, por exemplo, por vários motivos, mesmo que eles provavelmente paguem menos.”










