Se percebermos que Mick Schumacher bateu pela primeira vez Kevin Magnussen em qualificação pela primeira vez, e passou-o na corrida, batendo o seu colega de equipa, percebemos que regressou bem do seu terrível acidente da Arábia Saudita. Apesar disso, foi o primeiro fim de semana do ano sem pontos para a equipa.
Para Mick Schumacher, que terminou em 13º: “foi uma corrida muito agitada. Logo desde o início, com o Carlos (Sainz) a atravessar a pista, penso que nos falhou por alguns metros, e obviamente a Yuki com o Safety Car aproximou-se bastante. Penso que em termos de ritmo não estávamos muito longe, é apenas lamentável que não tivesse havido uma boa quantidade de oportunidades de ultrapassagem. Aprenderam-se muitas coisas, alguns aspetos positivos, por isso só temos de levar isso connosco e esperar ser melhores em Imola”, disse.











Numa altura em que já se começava a duvidar um bocadinho da valia do Mick, eu incluído, o jovem piloto alemão deu uma resposta muita boa.
Foi superior ao Magnussen em todos os aspectos, o que em si já é óptimo, mas tendo em conta o péssimo começo de temporada que teve, já seria bom pelo menos demonstrar um ritmo idêntico ao do seu companheiro de equipa.
Veremos o que fará em Imola, um circuito muito querido para o seu pai que lá venceu sete vezes ao longo da carreira. Que isso seja um bom sinal para o Mick.
O que eu vi foi o Mick cometer imensos erros a prova toda, andando várias vezes a passear um bocado pela gravilha e relva. Não considero isso um regresso forte. É certo que nos treinos fez melhor que o Magnussen, mas foi só. Não fora o SC dar cabo da estratégia do Magnussen, teria ficado bem atrás dele.