Não foi uma corrida fácil para António Félix da Costa. Largou de quarto, mas as lutas duras nas ruas de Roma não lhe sorriram. Primeiro, em luta com Nyck de Vries, ia ficando encostado às proteções da pista. Depois a luta com Jake Dennis acabou com o britânico a tocar no monolugar de Félix da Costa, com o português a perder mais posições. Não foi fácil, mas o ritmo de AFC e de Jean-Éric Vergne dá esperança para amanhã:
“Foi uma corrida difícil com vários toques de outros pilotos, o que me fez perder posições e passei de uma posição de liderança do grupo, para uma posição que me obrigou a jogar à defensiva no segundo grupo. Aconteceu muita coisa, com muitas ultrapassagens, por isso foi divertido, mas não acabei bem. Talvez tenha tido algum azar, mas o positivo é que temos um bom carro e podemos esperar por um resultado melhor amanhã.”











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Estou a ver que a FE continua a ser um campeonato de carrinhos de choque. É impressionante comparar como na FE parece que não têm qualquer pudor em encostar outro a muros e até fazer ultrapassagens literamente a empurrar outros para fazer espaço que não existe. Não duravam muito tempo na F1, visto que raramente acabavam a corrida.