Em fevereiro Andrew Green, responsável técnico da Aston Martin, deu conta que a Aston Martin queria explorar a possibilidade de produzir a sua própria unidade motriz. “2026 será o ano como um novo regulamento da unidade motriz e penso que, como equipa, gostaríamos de estar envolvidos”, afirmou o responsável da equipa depois da apresentação do AMR22. “Temos agora a Aramco envolvida como patrocinadora e penso que as conversações vão seguir-se nos próximos anos. Veremos. Tenho a certeza de que vamos analisar o assunto com grande detalhe e compreender se existe um benefício em avançarmos nessa direção”.
Agora, o novo chefe de equipa dos britânicos, Mike Krack, explica que é “normal” a ambição da estrutura em produzir os seus próprios motores, salientando no entanto, que estão satisfeitos com o fornecimento da Mercedes até agora.
“Antes de mais, tenho de dizer que estamos satisfeitos com o parceiro do motor que estamos a ter”, explicou o luxemburguês. “Mas temos um novo conjunto de regulamentos em 2026. Com mais ênfase, obviamente, na energia elétrica do que acontece hoje. Penso que é normal para marcas como a Aston Martin que, se houver novas regulamentações de unidades motrizes, que analisem cuidadosamente se esta é estrategicamente a coisa certa”.
O chefe de equipa da Aston Martin reconhece que a decisão terá de ser tomada rapidamente, porque há mais interessados nos novos regulamentos para 2026, referindo-se à Porsche e Audi. “Agora estamos em 2022 e os prazos são razoáveis para introduzir os regulamentos em 2026, porque sabemos que outros concorrentes também estão a avaliar entrar. Assim, é razoável tomar esta decisão de estar na grelha em 2026, com a nossa própria unidade de potência, penso que é o momento certo para analisar a questão agora”.










