A F1 não irá à Rússia, uma decisão que já foi tomada há alguns dias. Mas ficamos hoje a saber que é mais do que o cancelamento de uma prova. Trata-se do fim do contrato com o promotor do GP da Rússia. Se o comunicado inicial era algo dúbio e deixava a porta aberta para uma ida à Rússia se a situação atual se alterasse, agora é definitivo e oficial. A Rússia vai deixar de ter F1.
Pode ler-se numa declaração da F1: “A Fórmula 1 pode confirmar que rescindiu o seu contrato com o promotor russo do Grande Prémio, o que significa que a Rússia não terá uma corrida no futuro”. O contrato que agora foi rescindido era válido até 2025 e havia até planos para mudar de palco.











Rasgar todos os contratos com russos e já vai tarde. Dói pelo dinheiro que não entra? Dói mais as milhões que estão a fugir da guerra.
Com tantos países a querer ter F1, o adeus à Rússia não é problema para os senhores da F1. Direi até que é menos uma dor de cabeça, na hora de elaborar o calendário.
Como eu lhe tinha dito, não há cá direito a indemnizações. O próximo passo é o governo inglês penhorar o Chelsea ao mais recente tuga.
Sim, mas é natural que a primeira abordagem fosse de cautela. Isto quando envolve milhões, é preciso pensar duas vezes. Para nós, tesos, é vai ou racha, para eles não.
Quanto ao dono do Chelsea, até se está a portar bem: participa das negociações, quer dar o valor da venda do clube às vítimas… . Se está a ser sincero ou não, isso já são outros quinhentos. Nem todos os ricos são maus carácteres, alguns, poucos, até são boas pessoas, sé o caso deste, tenho as minhas dúvidas.
O MAZ também foi!