O efeito oscilatório, “porpoising” em inglês, deu algumas dores de cabeça às equipas nos três dias de testes em Barcelona. Enquanto os últimos relatos dão conta que algumas das estruturas estão a encontrar soluções para esta questão, em Barcelona a McLaren demonstrou ser menos afetada pelo efeito oscilatório. No entanto, os homens de Woking ainda não sabem explicar o porquê, conforme explicou James Key.
“Sofremos um pouco com isso, mas não foi uma grande preocupação ou uma grande distração para os pilotos”, disse o diretor técnico da McLaren. “Adoraria dizer que fomos super inteligentes, mas a realidade é que isto é muito difícil de simular. Envolve a rigidez dos pneus, as suspensões e a altura ao solo. (…) Por isso, não acho que seja inteiramente sorte. Penso que a estabilidade do carro desempenha um papel nisto, e o quão bem o carro aguenta vários tipos de carga, etc.”.
Key é da opinião que este efeito é natural nesta nova geração de monolugares e que não deverá desaparecer, todos vão ter de lidar com esta questão. “Ainda há muito para encontrar nestes carros e muito para aprender. Por isso, não creio que o fenómeno possa ser erradicado, porque é física. Mas em termos da sua gestão, penso que pode ser significativamente menos problemático e um ponto de discussão depois de um pouco de trabalho de desenvolvimento”.












