As asas flexíveis foram um dos temas de 2021, com acusações mútuas entre a Mercedes e a Red Bull, mas a verdade é que a FIA não encontrou nenhuma violação das regras após terem realizado novos testes. Ainda assim, a FIA quer melhorar e tornar os testes mais rigorosos para evitar a polémica de 2021.
James Key, diretor técnico da McLaren explicou ao Motorsport.com que a flexibilidade das asas podem ser exploradas, colocando algumas reticências ao facto da FIA estar mais atenta e colocar mais dificuldades às equipas para encontrarem soluções que lhe possam dar vantagem.
“Alguns dos testes são mais rigorosos – os testes da asa traseira, por exemplo, serão um pouco mais rigorosos – e algumas das coisas que aconteceram nestas áreas foram levadas a cabo até 2022 e penso que se estão a prestar muita atenção a isso”, disse Key. “A asa da frente em 2022 é uma coisa massiva, mas ainda tem um conjunto muito rigoroso de orientações sobre rigidez, por isso penso que haverá sempre alguns truques a jogar, mas não creio que vá haver ser fácil de explorar. Há um par de componentes diferentes no carro que podem ter um certo nível de rigidez, que podem ser explorados legalmente, por isso há várias ferramentas novas com que se pode brincar em 20222”.
O engenheiro da McLaren disse ainda que se deve regulamentar esta área para 2023, conforme o que for descoberto pelas equipas este ano. “Tornar-se-á provavelmente numa forma de problema, estou certo, mas não é algo que as equipas ou a FIA estejam a ignorar. É uma área bastante clara onde temos muito cuidado em regular corretamente para o próximo ano”.












