George Russell pode agora ser piloto da Mercedes e ter uma boa oportunidade na sua carreira para se tornar campeão do mundo de Fórmula 1 um dia. A entrada de Russell na Mercedes foi o segredo mais mal guardado de 2021, com Toto Wolff a manter o suspense durante muito tempo. Obviamente, o piloto britânico aceitou o lugar, mas houve uma altura em que isso não aconteceu. Em declarações ao podcast Motor Sport, Russell contou um episódio que aconteceu em 2015, quando recusou o patrocínio da equipa principal da Mercedes na F3, optando por ser piloto da Carlin com o apoio da Volkswagen.
“Já estava em negociações com Toto e a Mercedes antes de me juntar à Carlin e à Volkswagen. Na verdade, tinha um acordo em cima da mesa para ter quase o mesmo apoio da Mercedes que tinha da Volkswagen, mas como não havia oportunidade na PREMA, a equipa seguinte a que eu teria de me juntar seria uma equipa alemã chamada Mücke Motorsport, que eu sentia que na minha primeira temporada de F3 não estaria tão bem adaptada a mim como uma equipa britânica como a Carlin”, contou Russell, acrescentando que: “Assim, após o meu encontro com Toto no início de 2015, enviei-lhe um e-mail apenas para dizer: ‘Agradeço muito a reunião e agradeço todos os conselhos, etc. Só para que saibam, vou juntar-me à Carlin e à Volkswagen em vez da Mücke Motorsport e da Mercedes porque acredito que é melhor para a minha carreira’. Eu era da opinião de que se me saísse bem e fizesse um bom trabalho, a Mercedes ainda estaria interessada. Então ele respondeu: ‘Penso que estás a tomar uma decisão errada, mas vamos manter-nos em contacto e vamos ver para onde vamos a partir daí’”.
Geroge Russell contou ainda que depois de competir na F3, esteve perto de assinar contrato com a BMW para o DTM, mas em vez disso, optou então pela Mercedes, que o levou ao lugar onde está em 2022.









