Robert Huff abandonou a corrida 1 com a suspensão danificada após contacto com Frédéric Vervisch, numa altura em que o britânico estava com um ritmo muito bom e podia alcançar um resultado dentro dos lugares do pódio. Com a vitória conquistada na corrida 2, Huff começou agradeceu à equipa o trabalho de reparação do Cupra a tempo da prova.
“A equipa fez um excelente trabalho para reparar o meu carro a tempo, penso que o conseguiram tirar apenas a um minuto do limite. Tive uma boa partida e estava quase na liderança na curva 1, e a partir daí apenas o manti a pressão”.
O piloto da Zengo Motorsport lutou com Néstor Girolami e ganhou vantagem para o resto do pelotão, mas o resto da corrida não foi um “mar de rosas”, como explicou Huff. “O painel disparou intermitentemente e eu pensei que podíamos ter um problema elétrico, por isso tive medo que o carro parasse, mas conseguimos resolvê-lo. As condições foram muito difíceis, pois estava a chover na reta de trás mas não na reta principal. Eu sabia que o Vervisch seria muito forte após o reinício. Mas conseguimos manter-nos na frente.”
A vitória final foi a cereja no bolo durante uma época muito difícil para o britânico, prejudicada por incidentes e abandonos. “Tivemos uma época horrível, com sete abandonos, mesmo em momentos em que poderíamos ter lutado pela vitória, como o de Budapeste e outro aqui, na corrida 1. (…) Estou muito, muito contente com este resultado”.











