Há muito que não existia uma época como esta na Fórmula 1. A cada circuito a que chegamos e é apontada uma equipa que parece claramente a favorita para um fim-de-semana de corrida, a ‘outra’ surge em grande estilo.
Nos Estados Unidos esperava-se Mercedes, ‘deu’ Red Bull, no México confirmou-se o esperado desempenho dominante da Red Bull, mas também se esperava no Brasil, onde ‘deu’ Mercedes, e com ‘estrondo’…
Portanto, para que lado ‘cai’ o Qatar? É a pergunta que tantos fazem, à medida que nos dirigimos para uma nova pista e tentamos descobrir qual a equipa que essa pista mais irá ‘favorecer’.
Uma coisa que tem sido tão cativante em 2021 tem sido a capacidade de qualquer uma das equipas se reinventar e colocar os seus respetivos carros na janela de trabalho certa. Mas raramente uma, tem tido uma enorme vantagem sobre a outra. Mas agora vimos de dois fins de semana em que isso aconteceu, uma para a Red Bull (México) outra para a Mercedes (Brasil), mas mesmo enquanto um dos concorrentes ao campeonato foi dominante, o outro garantiu que limitava os ‘danos’ com o segundo lugar. Max Verstappen e Lewis Hamilton não estão a deixar-se escapar mutuamente um ao outro.
Agora, com três corridas no Médio Oriente pela frente, e algumas características partilhadas entre as próximas pistas, um forte desempenho no Qatar deverá augurar um bom desempenho para o resto do ano. Qual a versão de cada equipa que tivermos este fim-de-semana poderá revelar-se crucial, para o que se segue ao Qatar: Árabia Saudita e Abu Dhabi.











