Depois da falta de aderência de 2020, causada pelo novo tapete de asfalto colocado pouco antes da Fórmula 1 rumar à Turquia e pela chuva, os organizadores do GP deram um tratamento de jato de água ao asfalto para melhorar a aderência para este ano. Isso resultou e levou vários pilotos a dizerem que o circuito nem parece o mesmo do ano passado.
Quando a Pirelli decidiu a seleção de pneus para este GP, não sabia do tratamento do asfalto, logo a escolha recaiu pelos compostos mais macios, sendo que agora, segundo Mario Isola, os pneus macios não deverão ser escolha para a corrida. “Acredito que os macios são uma escolha bastante agressiva. Tendo em consideração que quando selecionamos os pneus, os três compostos para esta corrida, não tínhamos consciência deste tratamento superficial que eles estavam a planear. Assim, olhando para os dados do ano passado, decidimos trazer compostos mais macios. Os macios são uma escolha bastante agressiva. E acredito que algumas equipas estavam hoje a usar os macios apenas para se livrarem deles, e concentrarem-se nos médios e duros para a corrida, se quiserem planear uma estratégia de uma paragem”, disse Isola, citado pelo Motorsport.com.
O responsável da Pirelli, adiantou ainda que crê que muitos pilotos utilizem pneus médios para passar da Q2 à Q3, já que a diferença entre os macios e os médios é de cerca de 0.4s, ou seja “não é como se falássemos num segundo, em que se corre um grande risco de passar pela Q2 com médios em vez dos macios, com esta pequena diferença, provavelmente mais carros vão tentar qualificar-se com o composto médio”.












