Sem conquistar todos os fãs e pilotos, as corridas sprint de qualificação são para manter no calendário de 2022, depois de apenas duas das 3 sprint delineadas para este ano terem sido realizadas. Os fins de semana com o novo formato sprint, têm sido, coincidência ou não, acidentados. Tanto em Silverstone como Monza, Lewis Hamilton e Max Verstappen envolveram-se em toques e batidas.
Em entrevista à SkySports, Stefano Domenicali assegurou que o calendário de 2022 será composto por 23 corridas, cerca de um terço dos GP do próximo ano terão o formato corrida sprint mais corrida de domingo e a época terá início em março e fim em novembro.
“Posso antecipar que, com certeza, o calendário será composto por 23 corridas. Claro que seremos muito respeitosos com os regulamentos da COVID emitidos em todo o mundo pelos diferentes governos. Mas é esse o nosso objetivo, que a F1 possa dar este sinal de esperança e prosseguir com as coisas normais para desfrutarmos. A ideia é garantir que haja o ritmo certo para o calendário. Há naturalmente considerações relacionadas com os períodos para assegurar logisticamente que o fluxo tem de ser o correto. Uma coisa vos posso dizer, sem desvendar demasiadas coisas, é que no próximo ano a época começará em meados de março e terminará em meados de novembro“.
O italiano prosseguiu dizendo que, “dissemos no início do ano que haveria três testes este ano para garantir que temos o plano certo para o futuro. A grande maioria dos comentários que recebemos foram super positivos. Os promotores estão super felizes, porque há algo novo e importante na sexta-feira e no sábado e no domingo. Estamos a receber este feedback positivo, por isso precisamos de saber que no próximo ano temos um grande plano onde consideramos também os pontos destacados por pessoas que não gostaram deste formato. De um modo geral, tem sido um sucesso incrível. Posso dizer que não iremos a todo o lado com o formato Sprint de qualificação. É algo que queremos manter por mais ou menos um terço das corridas e juntar com uma forma diferente de distribuir pontos e com circuitos específicos que, como sabem, faria a diferença. Por isso, há muita coisa em que pensar. Vamos envolver todos os interessados: emissores das corridas, pilotos, equipas, promotores e adeptos. Não esqueceremos que o nosso papel é tomar a decisão certa e considerar todos os pontos vista”.












