A Mercedes substitui a unidade motriz de Valtteri Bottas para a corrida do GP da Rússia, levantando algumas questões sobre a razão da troca. Poderia ser uma jogada estratégica para atrasar Max Verstappen, que também saiu do fundo da grelha por igual motivo, ou poderia ser devido a algum problema no motor, que tivesse surgido.
Toto Wolff esclareceu agora, que a equipa tem algumas questões sobre a fiabilidade das unidades motrizes até ao fim da época, podendo ter mesmo que trocar o motor ao carro de Lewis Hamilton e prejudicar o britânico na luta pelo campeonato.
“Estamos apenas a levar um fim de semana de corridas de cada vez, realizaremos o desempenho das unidades motrizes e depois tomaremos decisões. Neste momento estamos a reavaliar o desempenho das unidades motrizes porque temos algumas questões”, adiantou Wolff citado pelo website da F1
As unidades motrizes apresentam um particular desafio este ano, já que todos os fornecedores de motores – Mercedes obviamente incluída – deverão apresentar a versão final para homologação no início de 2022, ficando as unidades motrizes congeladas até 2026, altura que serão substituídas pela nova geração.
“É preciso ter o equilíbrio certo entre ter a certeza de que realmente se resolvem todos os problemas que se têm na unidade motriz, não só este ano, mas também para a unidade do próximo ano”, acrescentou Wolff sobre este assunto.









