Existe uma teoria na Fórmula 1 que diz que Pierre Gasly tem de cortar os laços com a Red Bull, à semelhança de Carlos Sainz, para competir por uma grande equipa e crescer dentro da disciplina. Neste momento, é o piloto mais forte da Alpha Tauri e tem provado, desde o ano passado, que desenvolveu competências desde que foi colega de Max Verstappen.
Christian Horner disse recentemente, que não excluía o regresso de Gasly à Red Bull: “Eu não excluiria nada. Ele está a pilotar com um nível muito bom. Ainda é muito jovem, está a fazer um ótimo trabalho. Para 2023, temos múltiplas opções à nossa disposição, por isso, quando estamos na situação em que estamos, é exatamente isso que queremos”.
O piloto respondeu a essas palavras, afirmando que o seu trabalho é continuar em 2022 a provar que merece esse lugar. “Obviamente que aprecio muito estas palavras, ver que o meu trabalho é valorizado e visto pelo Christian. Ainda temos muito tempo, neste momento o foco está neles, em conquistar o campeonato mundial este ano. Têm outra oportunidade no próximo ano com uma grande mudança de regulamento, estamos a falar de coisas que podem acontecer dentro de 12 meses. E o meu trabalho será continuar a mostrar-lhes que tenho o potencial para fazer o trabalho lá, e veremos o que vai acontecer em 2023”.
A nova época será mais uma prova de fogo para Pierre Gasly. Em princípio, Yuki Tsunoda pode dar um passo em frente no seu desenvolvimento e começar a ser um adversário na luta pelo lugar na Red Bull, mas Gasly tem também que contar com a prestação de Sergio Perez na Red Bull, que pode ter nova extensão de contrato e fechar o assunto. Se assim acontecer, não resta outra hipótese ao piloto francês que procurar outra equipa.










