Forçado a ficar de fora da luta pelo título Europeu no Barum Czech Rally Zlín devido a um acidente nos testes, Alexey Lukyanuk sabe o que é preciso para vencer o Rali dos Açores, após o seu triunfo em 2018 ao lado de Alexey Arnautov.
Que mais te agrada no Rali dos Açores?
“É um evento bastante singular. Tive um grande azar ao liderar por três vezes, mas perdemos a oportunidade três vezes de o ganhar. Mas ainda tenho uma estrela no cinto [depois de ter ganho em 2018]! O ambiente é fantástico. Os fãs locais são realmente apaixonados, aplaudindo-nos muito, e isso é óptimo. As estradas são espantosas, a superfície e o perfil das estradas é único e muito exigente. Mas é pura alegria conduzir ali. A paisagem é tão agradável e é um evento fantástico. Esperemos que possamos ver todas as belezas da ilha. Estou ansioso”.
Qual é o grau de desafio deste evento?
“É um enorme desafio. As estradas são tão estreitas e em caso de mau tempo faz com que seja um ‘thriller’ passar pelos troços. Da última vez que [estivemos lá em 2019] tivemos uma tempestade no último dia e estávamos a ‘flutuar’ por todo o lado. Mas mesmo em condições secas, a estrada é tão estreita que é preciso muito esforço e bravura para ser rápido”.
O icónico troço do vulcão Sete Cidades é agora o decisivo do rali. É uma boa troca?
“Todos os troços são bastante duros. Eu diria que Graminhais e Tronqueira talvez não sejam tão cénicos, mas continuam a proporcionar um desafio louco, mas diferente. Mas a Sete Cidades é a mais bela, por isso deve ser um final fantástico para aqueles que vão ver”.
Depois de Zlín, quão importante é para ti uma segunda vitória nos Açores?
“Claro, quero ganhar este rali e quero ser rápido. O campeonato seria bom para todos na equipa e para os patrocinadores, mas eu já tenho dois títulos, e não é o objetivo número um passar a três. Só quero apreciar o rali, quero apreciar a luta e tentar ser o mais rápido que pudermos. É assim que eu penso, e espero que isso nos ajude a alcançar um resultado melhor”.
Como te preparaste para o teu regresso aos Açores?
“Verifiquei toda a informação passada que tenho, as minhas notas e onboards. Mas ainda tive alguns conselhos na Grécia e em Portugal. A minha mente já está nos Açores, estamos num bom caminho”.











