Já ontem abordámos a questão da falta de lugares para os jovens pilotos que estão a formar-se nas competições juniores. A Alpine tem dois jovens da sua academia nos dois primeiros lugares da F2: Oscar Piastri e Guanyu Zhou. Qualquer que seja o vencedor da F2, terá de sair da competição e além disso, Guanyu Zhou, que ocupa o segundo posto, já fez questão de avisar que quer dar um passo na carreira, mesmo que não vença a série.
O que pode a Alpine fazer pelos seus jovens pilotos, com um lugar por preencher na F1? Marcin Budkowski deixou no ar a possibilidade de manter os pilotos a competir noutra série, ligados à Alpine. “O sucesso da academia também é avaliado, se a academia nunca conseguir colocar um piloto na Fórmula 1 então perdemos tempo e o dinheiro no apoio a estes pilotos, por isso, de certa forma, gerir uma academia de sucesso é levá-los à Fórmula 1.Por outro lado, estamos a fazer isto por nós próprios para desenvolver os próximos pilotos que vamos utilizar na Alpine, mas de momento não temos um lugar livre. Não queremos impedir a carreira dos pilotos que ajudamos a desenvolver há muitos anos. Do mesmo modo, não queremos perdê-los completamente do nosso grupo de pilotos, por isso é esse o compromisso que temos de alcançar. Mas só mostra que estamos a gerir uma academia de sucesso”.

Guanyu Zhou é um dos nomes apontados ao lugar que ainda falta preencher na Alfa Romeo, mas não é certo que o consiga. Sendo assim, pode a Alpine escolher fazer como a Red Bull fez com Alex Albon, mantendo-o um ano no DTM e com funções dentro da equipa, para depois encontrar um lugar para o regresso do piloto. Neste caso em particular, a Alpine pode ter um lugar para preencher em 2023 ou 2024, mas Pierre Gasly é também uma hipótese, caso não tenha lugar na Red Bull.











