O fim das 24h de Le Mans é um momento marcante e todos os pilotos querem ver a bandeira de xadrez, mostrada na pista. Mas este ano podia ter corrida particularmente mal.
Com os Toyota a prepararem um final para a fotografia, todos se esqueceram que a luta nos LMP2 ainda estava a decorrer e e o responsável por agitar a bandeiras de xadrez não ganhou para o susto.
“Eu sabia que o #28 da JOTA iria atacar no fim”, disse Robin Frijns piloto que cruzou a linha de meta no Oreca #31 vencedor.” Os Toyotas saíram das boxes à nossa frente e só faltavam cinco voltas. Tentei passá-los, mas foram mais rápidos. E, claro, todos queriam ficar atrás deles para não terem de fazer outra volta. Havia quatro ou cinco carros atrás dos dois Toyotas. E eu estava sob pressão com Blomqvist mesmo atrás de mim.”
“Virei à direita porque havia um carro LMP2 na frente que estava parado após a última curva”, explicou o neerlandês. “Mas quando virei à direita, bati na parte de trás direita do Aston Martin. Por isso virei ainda mais e depois muito rapidamente à esquerda porque vi o homem a agitar a bandeira de xadrez no meio da pista. Se eu o tivesse atingido, ele teria morrido. Não passei longe, devem ter sido 50 centímetros ou algo do género.”
The No.7 @TGR_WEC GR010 Hybrid Hypercar takes comfortable victory in 89th running of @24hoursoflemans. @pechito37, @kamui_kobayashi and @Mikeconway26 seal victory to finally take win after several years of frustration at #LeMans24 and become first ever Hypercar race at Le Mans. pic.twitter.com/jEqC4tR01L
— WEC (@FIAWEC) August 22, 2021












