Muito se esperava da junção de Daniel Ricciardo e Lando Norris na McLaren. O marketing tem poucos segredos para o CEO da equipa, Zak Brown, que possivelmente viu neste alinhamento, uma delícia para os milhares de adeptos da equipa. E foi, mas Norris chegou diferente. Mais concentrado nas corridas e numa relação diferente com o seu novo companheiro de equipa, daquela que tinha com Carlos Sainz. O jovem tem provado, em 10 corridas das 11 realizadas, que é o pilar da equipa. Claro que é necessário que Ricciardo consiga subir de rendimento, até porque os adversários diretos – a Ferrari – tem dois pilotos que estão muito próximos em termos de desempenho em corrida. No entanto, Lando Norris tem encantado e se (poucas) dúvidas houvesse que tinha capacidade de lidar com a pressão constante de apresentar resultados, o piloto tem respondido em pista. Envolveu-se na luta entre Max Verstappen e Lewis Hamilton, perdendo apenas porque o seu monolugar ainda não é um carro de topo. As 15 corridas consecutivas a pontuar, apenas foram interrompidas por causa do acidente causado por Valtteri Bottas na Hungria.
Daniel Ricciardo está apagado, uma sombra daquilo que já fez e, acreditamos, do que ainda é capaz de conseguir. A ambientação ao monolugar demorou mais tempo do que anteriormente fez na Renault. Pelo que parece, o MCL35M é um carro difícil de conduzir, que precisa de alguma paciência para colocar todo o seu potencial em pista, mas Ricciardo não é nenhum piloto estreante ou com pouca experiência. Com os cortes no orçamentos das equipas, já não é possível testar como antigamente, e por isso, o australiano passou muito tempo no simulador, para tentar descobrir todos os segredos da máquina de Woking. É possível que até ao fim do ano, o piloto possa apresentar alguns resultados que igualem aquilo que a equipa tinha em mente quando o contratou, mas até agora, Ricciardo esteve muitos furos abaixo, principalmente quando toda a gente esperava que conseguisse melhor que Norris.
Em termos de desempenho coletivo, a McLaren parece estar no bom caminho. Desde a entrada de Zak Brown que os resultados têm vindo a subir, bem assente em termos financeiros e desportivos.












Não é desde a entrada do Zak Brown que os resultados da McLaren têm vindo a subir, é desde a saída do Fernando Alonso.
Apenas se esquece de dizer que a equipa já estava a melhorar ainda com o Alonso lá.
Mas enfim, é apenas mais um comentário intelectualmente desonesto de alguém que se faz passar por sabichão mas que não passa de mais um triste “hater” que por aqui anda…
Cumprimentos
Bem dito! Ao ler o comentário dele ainda pensei que fosse o….afondo. looool
O afondo é mais infantil…aqui o forista 000abo é mais o clássico espertalhão parvo tuga!
Pseudo-intelectual, gosta de nos brindar com palavras caras mas tem um cérebro do tamanho da cabeça de um alfinete…
Cumprimentos
Facto a juntar a outros anteriores
O Ricciardo- aquele que era diariamente levado no andor pelos anti-vettel- também não é assim tão mau, nem desaprendeu, recordar que foi o que talvez tenha estado + perto do Max com o mesmo carro. O McL, parece, tem de ser ser pilotado num modo particular na entrada das curvas, e essa é uma característica que a ele não vem de forma “natural”. E tendo que pensar em vez de ir por instinto, é automaticamente mais lento. No próximo ano, com carros muito diferentes dos actuais, quem sabe, veremos pilotos a “renascer” e outros a acabarem no anonimato. Os contadores… Ler mais »
Espero bem. As regras de 2022 foram pensadas por isso mesmo. Uma tábua rasa a partir da qual todos recomeçam. Mas ainda assim, tenho algumas dúvidas. No fundo, apesar da fórmula 1 correr por este mundo fora, a grande maioria das equipas e media estão sediadas no Reino unido. Receio assim que continuem a olhar para os da casa de forma tão parcial como sempre. E não é só com o Norris. Acontece com Russell, com o Hamilton. E isso irá sempre pesar nos resultados. Exemplo… Vettel é um bom (excelente) piloto que infelizmente na sua luta com hamilton teve… Ler mais »
É evidente que podes ter uma simpatia por pilotos nacionais mas penso que há outro factor a contar que é a empatia do piloto com o público ou com os media. O melhor exemplo é o Brasil e a forma como tratavam o Senna e o Piquet.
Recomendo-te o podcast da Fórmula Latina, vais ver que a diferença de opiniões não é assim tão grande a respeito do Ricciardo e do Norris. Para mim o que está a falhar é que já na Renault teve um primeiro ano modesto e os grandes campeōes não se podem dar a esse luxo.