Em Silverstone vimos a primeira amostra do que poderão ser os carros da nova geração que irão para a pista em 2022. O aspeto do carro dividiu os fãs, mas Toto Wolff já avisou que as diferenças não serão significativas.
Com um regulamento feito para evitar gastos em desenvolvimento e a pensar na melhoria das corridas com maior uso do efeito solo, as diferenças entre os carros da próxima geração serão diminutas segundo o chefe da Mercedes. Atualmente, com maior ou menor dificuldade conseguimos encontrar caraterísticas únicas em cada monolugar, mas isso poderá diluir-se ainda mais na próxima época:
“Acho que vão ter muito poucas variações”, disse o austríaco. “Os regulamentos são tão apertados agora que a variação entre os carros será mínima. As diferenças estarão sem dúvida sob a pele do carro, o que é pena, pois vamos por um caminho em que a forma é limitada e será a pintura o maior diferenciador entre os carros. Eles têm uma espécie de aparência retrógrada. Parecem uma espécie de IndyCar dos anos 90, algumas das coisas que Zak [Brown] tem na garagem. Acho que o carro tem bom aspeto, mas parece bastante retro”.
“Não acho que eles serão radicalmente diferentes porque estamos todos a jogar dentro de regras muito confinadas, por isso já vi como é o nosso e é subtilmente diferente”, disse o Zak Brown, CEO da McLaren. “O que eles mostraram é uma representação bastante boa do que iremos ter. Como todos os carros de Fórmula 1, quando se começa a olhar para o detalhe, começa-se a ver todas as diferenças.. Obviamente, não vi o carro ao vivo, apenas as imagens do mesmo. Esperemos que seja um carro de corrida melhor e que faça o que se destina a fazer que é dar mais lutas em pista”.












