Não têm sido tempos fáceis em Brackley, aliás foram considerados por Toto Wolff como o seu período mais duro desde que está na Mercedes. Agora, dias antes de começar o GP de França, onde a estrutura espera que o seu desempenho melhore, o líder diz que ainda há muita época pela frente e muita luta para dar aos adversários.
“No Mónaco e em Baku colocamos a W12 numa janela onde apenas um dos nossos pilotos encontrou a confiança para desbloquear o desempenho do carro: Valtteri no Mónaco e Lewis em Baku. Numa luta tão próxima e intensa pelo título, precisamos de entregar um carro que os dois pilotos possam levar ao limite”.
O circuito de Paul Ricard, por ser um traçado permanente e mais “tradicional”, dá garantias a Wolff que a equipa possa ter outro desempenho que não tiveram no Mónaco e em Baku.
“O Grande Prémio de França significa regressar a um circuito mais tradicional e, esperemos, traga melhor sorte para nós. É uma pista em que já estivemos bem no passado e, com diferentes velocidades em curva, que testarão o carro em todos os aspetos, é um desafio interessante para enfrentar-mos. Estamos sexta corrida da época e há ainda um longo caminho a percorrer. Está tudo muito junto na frente e não esperamos que isso mude em breve. Vamos procurar transformar os nossos ensinamentos das últimas semanas em desempenho e proporcionar um fim de semana muito mais forte com ambos os carros”.












