Outro dos detalhes que podem fazer diferença este ano é o facto das duplas que usam pneus Michelin, terem este ano ao seu dispor novas misturas, que após os testes deixaram as equipas que os usam bem agradadas. Há novas referências, três de asfalto seco, e uma para pisos molhados. Para o asfalto seco pontificam o H30, mistura mais dura, o M20, intermédio, e S10, macio. O de chuva é o MW1. Segundo João Magalhães, responsável da Michelin: “O feedback dos testes foi positivo, os pneus são agora mais consistentes, começam a funcionar no regime ideal bastante mais cedo”, disse.
Para um rali como este, em Castelo Branco, a Michelin leva cerca de 300 pneus para a prova, sendo utilizados em competição cerca de metade. Para esta prova, os mais utilizados, serão os duros, devido ao calor que se faz sentir, mas tudo depende da meteorologia. Se houver, por exemplo, aguaceiros, e o piso começar a secar, podem entrar em jogo os intermédios, e por aí fora, conforme as alterações do estado do tempo.











