No fim de semana mais difícil até agora, Nikita Mazepin teve o que poderá ter sido a melhor prestação na sua curta carreira na F1. O piloto russo evitou problemas e conseguiu terminar à frente do seu colega de equipa pela primeira vez.
Mazepin admitiu que o Mónaco foi das corridas mais exigente a nível mental até agora:
“Desde que comecei a correr em monolugares, não tinha precisado de tanta concentração, porque nesta pista – apesar de sermos uma das equipas mais lentas, tudo acontece muito depressa. Não havia espaço para erros”.
Mazepin está feliz com os passos que está a dar, especialmente as duas últimas corridas correram bem para ele:
“O carro é bastante difícil de pilotar muito depressa, mas fizemos bons progressos dentro da minha equipa na Haas a partir de Barcelona e eu diria que o cenário é muito positivo agora”.










Sim, Mazepin portou-se bem, já a equipa, nem tanto.
Compreende-se que tenham pedido ao Schumacher para deixar passar o colega, enquanto resolviam um problema no motor do seu carro, mas já não se compreende que tenham negado a devolução da posição, quando o piloto perguntou se, caso estivesse mais rápido, poderia retomar o lugar.
Para mim Mazepin voltou a desiludir. Primeiro interrompeu a sua sequência de piruetas em corrida, que faz com que perca a possibilidade de ficar com esse recorde. Segundo porque todos esperávamos que tivesse uma cidente, caísse ao mar ou assim. Em vez disso acabou a corrida e ainda por cima à frente do colega de equipa.
Uma vergonha.