Depois do quarto lugar na Aboboreira, novo quarto lugar no Rali de Portugal para Bruno Magalhães e Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5). A espaços, já mostraram que têm andamento para lutar, mas com os pequenos problemas que vêm tendo, torna-se difícil fazer melhor e este Rali de Portugal foi um bom exemplo disso.
No Rali Terras d’Aboboreira tiveram um andamento prometedor, o piloto admitiu mesmo que “demos um salto enorme competitividade”, mas na ligação para o último troço partiu-se a barra estabilizadora, e não lhes foi possível lutar mais.
Aqui, no Rali de Portugal, isso repetiu-se… várias vezes. Um quarto lugar foi o possível: “Foi um dia muito mau para nós, tivemos problemas desde o início da prova. Um dia muito longo, ainda mais sem assistência. Não conseguimos fazer um único troço em condições normais, tivemos alguns problemas, mas o principal foi o tirante da barra estabilizadora, que partiu, e a partir da terceira vez que partiu, já não tínhamos mais peças sobressalentes no carro para podermos mudar o tirante, e como tal tivemos de fazer a tarde toda sem barra estabilizadora, o que nestes carros é completamente impossível, porque com o peso do carro, a traseira fica descontrolada.
Portanto é um sentimento de grande frustração até porque enquanto a barra estava lá e a fazer a sua função nós estávamos a fazer bons tempos intermédios. Sabíamos que estávamos com velocidade e com hipóteses de lutar pelo lugar de melhor português, isso viu-se pelos tempos que estávamos a fazer, mas a partir do momento em que passámos a ter problemas, não conseguimos fazer mais. Foi um dia muito frustrante”, disse Bruno Magalhães, que para além dos problemas já referidos, na Lousã 1, o carro foi abaixo num gancho (ndr, curiosamente o mesmo sucedeu a Dani Sordo e Ott Tanak nesse mesmo troço). Tiveram ainda um problema com a pressão da gasolina, fomos cerca de um quilómetro em três cilindros. Pequenas ‘coisas’ que fazem parte dos ralis, mas que todas juntas determinam um resultado.












