Tal como se esperava a Direção de Prova ‘devolveu’ a Elfyn Evans o tempo perdido atrás de Thierry Neuville e com isso a Hyundai deixa de ter dois carros na frente, pois elfyn Evans passa a ser o segundo classificado atrás de Ott Tanak. Dani sordo está três décimos mais atrás e a 3.0s do seu compaheiro de equipa, com Takamoto Katsuta em quarto a 12.0s e Sébastien Ogier a 22.7s. Kalle Rovanpera é sexto a 25.0s. A Hyudnai chegou a ter três carros nos lugares do pódio, mas no fim do dia está tudo bem mais equilibrado. Seis pilotos em 25.0s.
Os 18,16 quilómetros do troço de Mortágua, último antes da super especial de Lousada e do cair do pano sobre o primeiro dia do Vodafone Rally de Portugal, foram pródigos em acontecimentos e deles emergiu um novo líder: Ott Tanak (Hyundai).
Thierry Neuville, até então sempre bem posicionado para discutir a vitória, perdeu todas as hipóteses de repetir o sucesso conquistado em 2018 na prova portuguesa do Mundial ao bater forte na parte final desta classificativa, danificando seriamente a suspensão traseira do Hyundai. Ao perder aí 3 minutos e meio, o belga passava a ser uma carta fora do baralho e de forma involuntária ainda atrasou Elfyn Evans (Toyota), um dos grandes rivais na discussão dos primeiros lugares, obrigado-o a levantar o pé perante a falta de visibilidade provocada pelo pó levantado pelo seu carro. Mas o azar do galês foi anulado, e muito bem, pela direção do rali, que atendendo ao sucedido decidiu atribuir-lhe o mesmo tempo de Ogier, piloto mais rápido nesta classificativa, o que significou fazer subir o piloto da Toyota ao segundo lugar, a 2.7s de Tanak.
Contudo, o drama estendia-se, ainda, a outro piloto da Hyundai que era, até à entrada de Mortágua, o líder da prova: Dani Sordo. Primeiro, teve problemas de motor e depois os seus pneus [duros] estavam já demasiado gastos, pelo que se viu impotente para manter a concorrência à distância.
Deste modo, Sébastien Ogier acabou o dia, apesar de ser o primeiro a “abrir” a estrada, a perder menos tempo do que alguma vez poderia imaginar: 22.7s.
No que toca aos portugueses, Armindo Araújo (Skoda) não deixava créditos por mãos alheios, conservando, antes da chegada à pista de Lousada, uma margem de 12,6s sobre Bernardo Sousa (Skoda), com Ricardo Teodósio (Skoda) já a 1m21.7 do primeiro lugar e Bruno Magalhães (Hyundai) a 1.47.9











