Jost Capito, CEO da Williams, disse recentemente que no lugar de George Russell não teria pedido desculpa pelo incidente de Ímola.
O responsável da equipa deixou isso claro dizendo que os pilotos devem ser sempre genuínos:
“Não. Eu não teria pedido desculpa”, disse à Auto Motor und Sport. “Mas é com ele. Eu não o culpei, mas todos são diferentes. Esse é sempre o meu princípio. Os pilotos devem manter a sua personalidade e ser fiéis a si próprios, de forma aberta e honesta”.
Estas declarações são algo surpreendentes pois a Williams recebe componentes da Mercedes e normalmente as equipas que recebem componentes têm tendência a manter-se caladas quando o assunto é mais polémico. Mas Capito fez questão de realçar a independência da Williams. Alguns interrogam-se se a chegada de Dorilton Capital, e o facto de Williams comprar pela primeira vez a sua caixa de velocidades à Mercedes no próximo ano, marca o fim da independência total da equipa.
“Isso não tem nada a ver com independência. Continuamos a ser independentes”, insiste Capito. “Quando se compram peças, não se fica dependente de ninguém. O motor e a transmissão são uma unidade e nós estamos a desenvolvê-la em conjunto de qualquer forma”.
“Como Williams, queremos permanecer independentes”.
“Se o objetivo é competir novamente pelo campeonato do mundo em algum momento, não há outra maneira. Não se pode ser uma equipa B”.











